Troque a Graxa que contamina por um Lubrificante Ecológico Grau Alimentício com maior desempenho.
Substituem graxas minerais e lubrificantes comuns na sua produção: sem risco de contaminação, resistentes a altas temperaturas e ao washdown, com menos paradas de máquina.
Fale com um especialista- Graxas minerais e de lítio comuns
- Óleos e lubrificantes não alimentícios
- Qualquer lubrificante com risco de contaminação
Indústrias que confiam na CLARUS para lubrificar sem contaminar
Onde o lubrificante grau alimentício entra na sua linha
Pontos onde o lubrificante grau alimentício atua na prática:






Aplicações por setor
Cada segmento tem uma exigência específica. A CLARUS tem a solução técnica documentada.
Risco de contaminação incidental e apontamentos em auditoria ao lubrificar equipamentos próximos ao produto.
Graxas e lubrificantes grau alimentício NSF H1 · ISO 21469. Sem risco de contaminação, prontos para auditoria.
Falha de lubrificação em câmaras frias extremas e lavagem da graxa devido ao ambiente de higienização pesada e constante (washdown).
Lubrificantes grau alimentício para baixas temperaturas, com extrema resistência à água e alta adesividade (não escorrem/não gotejam).
Exigência rigorosa de lubrificantes limpos, atóxicos e sem odor para áreas “limpas”.
Lubrificantes atóxicos e inodoros grau alimentício, com documentação completa e suporte para validação de processos.
Risco de migração de compostos químicos ou metais pesados do maquinário para a embalagem primária de alimentos e remédios.
Deslizantes, desmoldantes e graxas com certificação NSF, garantindo aprovação em testes de migração química e homologação em clientes globais.
Necessidade de entregar o maquinário (injetoras, fornos, esteiras) já adequado às normas sanitárias exigidas pelos clientes da indústria alimentícia.
Linha completa de fluidos e pastas de montagem Grau Alimentício, agregando valor e conformidade regulatória ao equipamento vendido.
Empilhadeiras e esteiras trabalhando em temperaturas congelantes ou ambientes de armazenamento de alimentos que não podem sofrer contaminação.
Graxas sintéticas e óleos de alta performance térmica (NSF H1), que não ressecam no frio extremo e não deixam odores no ambiente.
O que sua planta deixa de pagar ao lubrificar com o produto certo
O custo real de um lubrificante inadequado não está no preço do balde de graxa. Está no risco de contaminação e recall do produto final, na parada não programada por falha de rolamento, na sobre-lubrificação e no consumo excessivo, e na não-conformidade em auditorias de segurança de alimentos. Some tudo isso antes de comparar preços.
* Consulte a ficha técnica para informações específicas sobre cada produto
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Sua graxa atual vs. CLARUS: o comparativo que Manutenção e Qualidade precisam ver
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Linha grau alimentício
CLARUS® VEGELUB
Composição de compostos de elevada pureza e grau alimentício.
Indicado para lubrificação de rolamentos, engrenagens, guias e outras partes que possam ter contato incidental com alimentos.
Documentação disponível
- FDS completa (Ficha de Dados de Segurança) conforme ABNT NBR 14725
- Certificado de registro NSF H1: lubrificante para contato incidental com alimentos
- Certificação Internacional ISO 21469: higiene na fabricação e uso de lubrificantes de grau alimentício
- Ficha Técnica (TDS): faixa de temperatura, viscosidade base, grau NLGI, tipo de espessante
- Certificado ISO 9001 e ISO 14001: qualidade e gestão ambiental
Cases
Operações que eliminaram risco de contaminação e ganharam disponibilidade de máquina.
Fabricante de embalagens para fast-food zera risco de metais pesados e conquista fornecimento exclusivo com lubrificação NSF H1
Uma fabricante de canudos de papel passava por auditorias severas de Qualidade de seus clientes globais. O desafio crítico era eliminar qualquer risco de migração química do maquinário para o papel, o que reprovaria a empresa em testes de segurança alimentar, além de resolver o atrito e acúmulo de cola nos equipamentos.
Implementação de um Deslizante Grau Alimentício e de uma Graxa Lubrificante NSF H1 da CLARUS, substituindo os lubrificantes antigos por opções 100% atóxicas.
Laudos laboratoriais comprovaram zero risco de contaminação por metais pesados, atendendo 100% ao APPCC e normas da ANVISA/NSF. Com o processo seguro e validado, a fábrica foi homologada como fornecedora exclusiva para as maiores redes globais de fast-food e para gigantes do setor de bebidas.
Doces quentes grudavam no funil de envase em aço inox, causando entupimentos constantes e forçando paradas contínuas do maquinário.
Deslizante Antiaderente Grau Alimentício
Aumento de 400% na velocidade de empacotamento. Eliminação total do atrito e garantia de qualidade sensorial (produto inodoro e atóxico).
A graxa importada usada nos mancais era rapidamente lavada pela acidez e umidade do processo de envase, exigindo relubrificação constante e parada de máquina.
Graxa Sintética de Alta Resistência a Água e Ácidos com certificação Grau Alimentício.
Lubrificação mantida mesmo em ambiente extremamente úmido e ácido, eliminando o desgaste prematuro e o tempo excessivo de manutenção.
Graxas convencionais derretiam nas facas de corte e cilindros pneumáticos que operavam a 200°C, gerando risco severo de contaminação cruzada.
Graxa Lubrificante Grau Alimentício para Alta Temperatura.
Suportou picos de 200°C sem derreter ou gotejar no produto. Frequência de paradas reduzida e adequação imediata às normas de segurança de alimentos.
Ver mais 4 cases documentados
Uso de desengripantes comuns e inflamáveis no parque fabril, gerando risco de incêndio e inadequação para o contato incidental com embalagens de comida.
Desengripante Vegetal, Atóxico e Não Inflamável da linha Grau Alimentício CLARUS.
Risco de incêndio mitigado na fábrica e adequação 100% aos rígidos padrões de segurança exigidos para o contato indireto com alimentos.
A equipe de manutenção utilizava lubrificantes e desengripantes convencionais que exalavam forte odor químico. Com o aumento do rigor das auditorias de Qualidade e Segurança (SMS), a diretoria exigiu a substituição por produtos atóxicos que não comprometessem a qualidade do ar nas “áreas limpas” de manipulação de medicamentos.
Desengripante Aerossol 100% Inodoro Grau Alimentício e Graxa Sintética NSF H1.
Eliminação total de odores e compostos voláteis nocivos no ambiente fabril. A manutenção manteve a alta performance mecânica e a fábrica garantiu adequação irrestrita às normas de SMS e vigilância sanitária.
A multinacional lidava com um grave problema de performance: a graxa importada utilizada nos cilindros e esteiras escorria pelo equipamento (efeito de gotejamento), comprometendo a assepsia das máquinas de produção médica, além de exigir relubrificações frequentes e apresentar alto custo e demora na importação.
Graxa Grau Alimentício de Alta Adesividade
O lubrificante não escorre, eliminando o gotejamento e mantendo as máquinas impecáveis. A nacionalização do insumo cortou a dependência e os altos custos do mercado externo.
A fábrica utilizava uma mistura de graxas, vaselinas e desengripantes importados de uso geral em seus moldes de injeção. Os produtos não possuíam laudos atualizados para contato indireto com fármacos, o que gerava vulnerabilidade em auditorias, risco de contaminação cruzada das embalagens e dificuldade de abastecimento.
Padronização completa do almoxarifado de manutenção com a linha de Graxas e Desengripantes Atóxicos NSF H1 da CLARUS.
Risco zero de contaminação das embalagens primárias de remédios. O parque fabril unificou o estoque, nacionalizou os fornecedores (blindando-se contra a flutuação do dólar e atrasos logísticos) e passou a ser aprovado sem ressalvas nas auditorias de qualidade.
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Certificações e selos
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Perguntas que Manutenção e Qualidade fazem antes de trocar de lubrificante.

As três perguntas que sempre aparecem
“Compensa no custo?”
Mais do que o preço do quilo, o que pesa é o custo do ano: paradas não programadas, consumo por relubrificação frequente, risco de recall por contaminação e apontamentos em auditoria. Avaliar esses pontos costuma mostrar a conta a favor do lubrificante certo, e nossos especialistas ajudam a enxergar esse cálculo.
“Já uso uma graxa ‘branca’ / alimentícia.”
Cor branca não é o mesmo que ter o devido registro. A pergunta certa é: o seu lubrificante atual tem registro NSF H1 válido, conformidade ISO 21469 e FDS? Coloque os dois lado a lado nos aspectos técnicos e de documentação e confira.
“Vai dar trabalho trocar?”
Na maioria dos casos a troca é direta, com orientação de compatibilidade e purga quando necessário. Nossa equipe acompanha desde a indicação ponto a ponto até a validação em sua operação. Você troca o lubrificante, não o seu processo.
Um especialista responde à sua necessidade.
Indicação técnica personalizada. Sem compromisso.
- Indicação do lubrificante por aplicação e equipamento
- Documentação NSF H1, ISO 21469, FDS e TDS
- Atendimento humano, com quem entende do produto
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Um técnico da CLARUS entra em contato em breve com a indicação do lubrificante ideal para a sua aplicação.
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